Numa cidade do interior, dois sócios abriram uma
fábrica de pregos e a batizaram com o nome de Pregos
Garcia. Agora precisavam fazer a publicidade. Depois
de muito pensarem, chegaram a uma idéia diferente.
Resolveram fazer um outdoor usando a figura de Cristo
na cruz e uma única frase: “Pregos Garcia: mais de dois
mil anos de garantia”.
Os padres e os religiosos ficaram injuriados, ameaçaram abrir um processo por difamação. Os sócios
não deixaram passar batido. Trocaram o outdoor
e colocaram a figura de Cristo na cruz com apenas
uma mão pregada e a outra abanando, e novamente
uma única frase: “Adivinhe em qual das mãos estão os
pregos Garcia?”
Os padres foram à loucura. Ameaçaram entrar com
outro processo, alegando que não é permitido usar a
imagem de Jesus Cristo como garoto-propaganda.
Os sócios não desistiram. Trocaram novamente o
outdoor e, dessa vez, colocaram apenas a cruz, com
a seguinte frase: “Se fossem Pregos Garcia, a cruz não
estaria vazia”.
Desgraça alheia
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
domingo, 31 de janeiro de 2016
Com bastante gelo
pede pela quinta vez para a aeromoça lhe trazer um
uísque, mas ela continua fingindo que não o ouve.
Sentado ao seu lado, o papagaio comenta:
– Você está sendo gentil demais com a moça! Mulher
gosta de ser maltratada! Quer ver só?
E assim que a aeromoça passa pelo corredor, o
papagaio grita:
– Ô sua filha de uma puta, me traz logo um copo de
uísque com bastante gelo!
Dois minutos depois, ele é atendido.
– Viu como funciona?
O sujeito torna a fazer o seu pedido educadamente
e nada.
Dez minutos depois o papagaio, de novo:
– Aí, sua vagabunda do caralho! Não está vendo que
o meu copo está vazio? Traz lá mais uma dose dessa
porra de uísque, sua piranha!
Um minuto depois o copo do papagaio está cheio
novamente.
Aí o sujeito perde a paciência.
– Escuta aqui, sua vaca! Traz uma dose de uísque pra
mim também senão eu vou lhe enfiar um cacete nesse
teu rabo fedido!
Dois minutos depois a aeromoça volta acompanhada de dois seguranças que pegam o passageiro pelo
colarinho, abrem a porta do avião e o atiram a dois mil
metros de altura.
Antes de cair, ele ainda ouve o papagaio comentar:
– Pra quem não voa, este cara é muito folgado, não é?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
papagaio ingênuo
Em um cabarezinho do interior, havia um papagaio
muito curioso que dormia na cumeeira da casa e ficava a
observar todas as noites as maiores sacanagens. Porém,
ele não conhecia camisinha e nunca tinha visto um
preservativo.
Um dia, chegou um viajante e foi logo para o quarto
com a mulher mais fogosa do cabarezinho. O papagaio
subiu e ficou observando, como de costume.
No final da trepada, o cara arranca a camisinha
do pau e joga no chão. O papagaio, indignado com a
intensidade da transa, disse:
– Eu já vi trepada violenta, mulher gritar, sair sangue
naquilo e tudo mais, mas essa de arrancar o couro do
pau foi a primeira!
muito curioso que dormia na cumeeira da casa e ficava a
observar todas as noites as maiores sacanagens. Porém,
ele não conhecia camisinha e nunca tinha visto um
preservativo.
Um dia, chegou um viajante e foi logo para o quarto
com a mulher mais fogosa do cabarezinho. O papagaio
subiu e ficou observando, como de costume.
No final da trepada, o cara arranca a camisinha
do pau e joga no chão. O papagaio, indignado com a
intensidade da transa, disse:
– Eu já vi trepada violenta, mulher gritar, sair sangue
naquilo e tudo mais, mas essa de arrancar o couro do
pau foi a primeira!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
pano pra Manga
seu novo uniforme. Quando vestiu, foi se olhar no espelho e estranhou:
– Ô porra, você me fez um macacão com três mangas!
– Ué – falou o alfaiate –, você não me disse com
quantas queria!
sábado, 2 de janeiro de 2016
pano pra Manga
Na alfaiataria do hospício, o louco foi experimentar
seu novo uniforme. Quando vestiu, foi se olhar no espelho e estranhou:
– Ô porra, você me fez um macacão com três mangas!
– Ué – falou o alfaiate –, você não me disse com
quantas queria!
seu novo uniforme. Quando vestiu, foi se olhar no espelho e estranhou:
– Ô porra, você me fez um macacão com três mangas!
– Ué – falou o alfaiate –, você não me disse com
quantas queria!
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